3 Hamburguerias Temáticas em São Paulo| + Plus – Dona Nuvem Sorveteria

Inegável que os hambúrgueres são uma paixão nacional, mas já imaginou saborear um maravilhoso hambúrguer e ainda curtir um ambiente todo temático? Selecionamos 3 locais que merecem a sua visita e de plus uma sorveteria incrível. Vem com a gente conferir!

THE CIRCUS

Como o próprio nome já diz, o espaço nos remete ao mundo do circo, repleto de cores, toldo tradicional circense e luzes que nos deixam encantados. O atendimento do local, merece especial parabenização, por ser muito eficiente e ágil.

Experimentamos a bebida artesanal da casa, apelidada de pink lemonade e como plus ganhamos amendoins. Pedimos os hambúrgueres: Equilibrista Burger – 3 smash burger de 90g, queijo cheddar inglês, creme de cheddar, bacon bits, molho BBQ artesanal e Say Cheese Burger – queijo camembert empanado, rúcula, bacon artesanal e aioli.

Não resistimos aos espetáculos doce da casa e assim, degustamos o bolo the circus 13 camadas, que é um bolo incrível de 13 camadas de chocolate crocante, recheado com mousse de nutella e pra finalizar, caldo quente de leite ninho.

Endereço: Rua Monte Serrat, 1298 – Tatuapé, São Paulo – SP, 03312-001. Facebook.

VASSOURA QUEBRADA

Hamburgueria inspirada nas aventuras da magia e da bruxaria do clássico Harry Potter. Por ser o filme/livro muito apreciado pelos jovens, o local está sempre lotado, em especial por essa galerinha teen e considerando que a hamburgueria é pequenina, recomenda-se chegar bem na hora da abertura da casa ou tentar realizar reserva.

Em cada mesa, encontramos uma varinha mágica e basta levantá-la, que é considerado o sinal para o garçom vir a sua mesa para a retirada dos pedidos e/ou dúvidas.

Experimentamos a cerveja espumosa, que não tem nenhum teor alcoólico, é um milkshake a base de sorvete de creme, canela, noz moscada e açúcar mascavo, bem como a poção Spirrasorte, composta por água tônica, limão siciliano, sachê de chá de limão e gengibre e gin. De entrada, pedimos a cebola crocante, bem sequinha, super adoramos. No tocante aos hambúrgueres, comemos o Herbas – hambúrguer 180g, alface americana, cebola roxa, queijo prato, tomate e maionese verde e o Porcorum – hambúrguer 180g, queijo cheddar, molho barbecue artesanal, bacon crocante em fatias .

Endereço:  Rua Desembargador do Vale, 836 – Perdizes, São Paulo – SP, 05010-040 Site. Facebook.

TAVERNA MEDIEVAL

Para aqueles que são fãs de Viking, Games of Trones e do estilo medieval propriamente dito, não podem deixar de conhecer esse local fantástico. Embora seja um local enorme, vive lotado, então cheguem bemmmmmm cedo.

O local é ricamente decorado, realmente nos sentimos num ambiente medieval, digno de filme. Na entrada está a espada do Rei Arthur e lógico que, Daniel foi ver se ele era a reencarnação do cavaleiro poderoso, mas não rolou, rs. Fomos surpreendidos com música medieval ao vivo no ambiente. Possível também, jogar arco-flecha e ainda sentar na cadeira do Rei.

É tanta interação na taverna e vontade de curtir cada cantinho do local, que comemos bem pouco por lá, porém tudo que provamos gostamos bastante. A parte do bar é encantadora, cheia de vidrinhos coloridos, merece especial atenção, os pratos e canecas feitos de pedra.

Experimentamos a cerveja da casa e a poção do pulo, composta por suco de limão, xarope de maça verde, açúcar e soda. A poção se colocada a favor da luz, surge um especial efeito e a parte sensacional da degustação, é que o potinho da poção, você leva pra casa, show né?

Pedimos a batata rústica da casa e a cebola recheada tão tão distante – empanada e recheada com mussarela, pernil desfiado e temperado com relish de pimentão defumado.

Endereço: R. Gandavo, 456 – Vila Clementino, São Paulo – SP, 04023-001 . Facebook. Site.

PLUS – SORVETERIA TEMÁTICA – DONA NUVEM

Essa sorveteria, sem dúvida, é parada obrigatória para quem está pela Capital Paulista. Dona de uma proposta de que sorvete combina com algodão doce, a franquia criou inúmeros sabores, inclusive com opção de sorvete vegano e 70% cacau, além dos sabores tradicionais. Mas não para por aí, como assim? é possível escolher qual a temática do sorvete, tendo flamingo, golfinho, sapinho, temas de festas típicas e etc, bem como as guloseimas que irão compor o combo.

Escolhemos a temática sereia, com sorvete vegano de kiwi, cobertura de caramelo, pipoca doce crocante e azedinhos, além da grande fartura de algodão doce.

Endereço: R. Augusta, 1524 – 12 – Consolação, São Paulo – SP. Facebook.

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Zanzibar|Caribe Tanzâniano|Hospedagem e Passeios

Requisitos de Admissibilidade

Carteira internacional de vacinação da febre amarela + passaporte com data de vencimento não inferior a 6 meses + visto – pagável na hora de chegada ao país, porém é possível realizar a admissibilidade e pagamento do visto de forma adiantada, seguindo os procedimentos previstos no site da embaixada.

Informações importantes

É um país com religião 99% de muçulmanos e 1% de católico, assim recomenda-se, pelo menos na área de stone town utilizar roupas mais fechadas e soltas, principalmente as mulheres. Não é permitido entrar no país com sacola plástica de uso único, sendo assim, retirem da mala essas sacolinhas para não receberem uma multinha.

Língua: Swahili, mas no geral o pessoal fala inglês e na parte das praias italiano.

Moeda: Xelim tanzaniano, mas aceitam dólar em praticamente todos os locais. Não fizemos a troca dos nossos dólares para a moeda local.

Formas de chegar: Viemos da África do Sul, por meio da low cost Mango, mas existe a opção de ir também para Dar es Salaam e de lá, pegar a barca com destino a Zanzibar.

Grupo de Whatsapp

Para quem tem interesse de socializar com o pessoal que já foi, irá e guias de Zanzibar, uma boa opção é add o grupo no whatsapp.

Tem incidência de malária ou não?

Essa foi a parte mais difícil da pesquisa da nossa viagem, pois falamos com diversas pessoas sobre a existência da malária e alguns afirmaram que tinha e outros não, assim, decidimos nos orientar com um infectologista, para que, ele nos desse a resposta se devíamos tomar algum antimalárico ou não.

O infectologista nos aconselhou o uso de antimalárico, mas não ficamos convencidos de utilizar – já que, não queríamos fazer o uso desse remédio, em razão dos seus efeitos colaterais e passamos a procurar por pessoas que morassem em Zanzibar ou que tivessem retornado recentemente.

Achamos a Lú que nos relatou a existência da doença em Dar es Salaam, mas como não seria o nosso destino, ficamos confiantes da não necessidade de tomarmos o remédio, até que, conhecemos o guia Matias, que nos informou que Zanzibar passou uma época por problemas de malária, mas que nos dias de hoje era praticamente inexistente.

Diante de todas as nossas pesquisas, optamos por não tomar nenhum remédio, porém não deixamos de usar repelente o tempo todo.

O que fizemos por Zanzibar?

1ºdia|

Fechamos todos os nossos passeios com o guia Matias (+255 625 882 444), ainda do Brasil, inclusive o translado do aeroporto ao hotel.

Matias junto com seu irmão Sultan, nos recepcionaram no aeroporto, super pontuais e todos os passeio foram realizados numa van confortável, com água, limpa e uso abundante do ar-condicionado.

Antes de chegarmos ao hotel, paramos numa lojinha para comprarmos um chip de 6gb, por 10 dólares e um adaptador de tomada, por 5 dólares.

Nos hospedamos no Tembo, um hotel de Sultão e por isso não é permitida a venda de bebidas alcoólicas, somente refrigerantes e sucos.

Hotel com ótima localização – bem na parte central de stone town, funcionários atenciosos e repleto de decoração e arquitetura árabe. Fomos recepcionados com um suquinho de hibisco, que estava uma delícia!

Como chegamos já no final da tarde, curtimos a praia que fica nas redondezas do hotel e ali já pudemos contemplar um belo sunset.

Depois fomos conhecer a tão famosa casa, onde Freddie Mercury viveu até seus 7 anos junto com sua família, atualmente o local pertence ao hotel Tembo e é um dos apartamentos disponíveis para hospedagem.

E por fim, passamos em algumas lojinhas, porque aquela lembrancinha básica tem que rolar né?

2ºdia|

Após o farto café da manhã, conhecemos a Prison Island também nominada Ilha Changuu. trajeto é feito por um barquinho e durou aproximadamente 30 minutos. A prisão foi construída para abrigar prisioneiros e pessoas doentes. No local é possível ver algumas celas e uma vasta vegetação.

O maior atrativo do passeio acaba sendo as tartarugas gigantes, que foram importadas das ilhas Seychelles, no final do século XIX. É possível alimentá-las e acariciá-las, são super mansinhas.

O peso médio dessas lindas é de 200 kg, sendo que têm umas com mais de 150 anos de idade.

Outra parte linda do passeio é a cor da água que margeia a ilha, sendo uma boa pedida nadar, flutuar e desfrutar daquele mar lindãooooooo da forma como lhe agradar.

Em seguida, fizemos um pequeno city tour por stone town (cidade de pedra), declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 2000.

A cidade de pedra é uma mescla de várias etnias (africana, indiana, árabe, persa e européia), passamos pelas suas ruas estreitas e seus vários labirintos, avistando algumas mesquitas, feiras, admirando as lindas portas gigantes e apreciando o dia a dia dos nativos, além dos seus costumes gastronômicos e habitual vestimenta.

Fizemos também, o spice farm tour, que consiste num almoço típico rural com especiarias e degustações de frutas e verduras. Zanzibar foi uma importante rota de especiarias e hoje é considerada um dos locais mais importantes do mundo na feitura desses temperinhos.

Do spice farm partimos para conhecermos a nossa acomodação na praia de Nungwi. Nos hospedamos no Makofi, um hostel com muita energia, pé na areia, colorido e animado. Ficamos num quarto individual, porém com banheiro coletivo, tendo tanto água fria como quente.

Só fizemos nosso check-in e fomos conhecer a famosa praia, já na entrada, foi uma explosão de sentimentos, quando avistamos aquele mar azulzinho.

Contemplamos toda aquela beleza e a forma dos nativos curtirem a praia, respeitando os seus costumes.

Curtimos um lindo sunset e jantamos por ali mesmo, a beira mar, aproveitando toda aquela magia do céu colorido + praia paradisíaca.

3ºdia|

O café da manhã do hostel é bem básico, frutinhas, suco e/ou café e pão e/ou panqueca. Como plus, eles fazem ovos mexidos e na mesa deixam potinhos de nutella, margarina e pasta de amendoim.

Após o café da manhã, a nossa ideia principal era a de andar a beira-mar saindo da praia de Nungwi com destino a praia de Kendwa, porém começamos a ver várias pessoas se utilizando de embarcação para chegarem nas outras praias, aíiiiiii, não vamos negar, tivemos uma certa preguiça de ir até Kendwa a pé e decidimos pagar 10 dólares para um barqueiro fazer a nossa travessia num barco a vela e foi incrível, sabe aquela situação que você acha que não vai acontecer nada? Pois é, foi bem assim! O barqueiro além de ser super divertido, nos deixou fazer snorkeling e a travessia foi super encantadora e alegre.

Já em Kendwa, andamos um pouquinho pela praia e decidimos ficar num dos vários restaurantes pé na areia.

De volta a Nungwi, aproveitamos para conhecermos mais os Maasais, inclusive uma pequena loja improvisada por eles, onde compramos vários artigos decorativos. Eles pertencem a uma tribo seminômade, essencialmente agrícola,que vive pelo norte da Tanzânia e Quênia. Os meninos e homens usam uma espécie de vestido colorido e sandálias- algumas feitas de pneus, um cajado e uma faca amarrada na cintura, além de pulseiras ou colares de miçangas, já as mulheres e meninas crianças, são no geral super magras, também usam uma espécie de vestido e sandálias, possuem o cabelo raspado e usam várias bijuterias coloridas pelo corpo.

Bateu aquela fominha e decidimos comer no restaurante que fica na parte superior da rede hoteleira Z. O ambiente é bem charmoso, com uma bela visão para a praia, experimentamos um drink com chá verde e gengibre, prato de camarão com legumes e de sobremesa, petit gateau.

Quando estávamos curtindo mais um sunset incrível, ficamos sabendo que os Maasais fariam uma demonstração da sua dança típica, que é a famosa dança dos saltos, utilizada como ritual de boas-vindas e momentos religiosos: como quando a criança passa para a fase adulta ou para buscarem suas futuras esposas e para lá fomos, apreciarmos esse espetáculo.

Encerrando o dia nessa praia incrível, fomos para o BBQ – jantar temático noturno do hostel, muto bom e saboroso, com muitos frutos do mar e quitutes típicos, além do fire show super animado.

4ºdia|

Mudamos de hotel, porém antes de chegarmos, fizemos um passeio para vermos os golfinhos e snokerling em Mnemba Island. A gente viu golfinho, mas acabou sendo tão rápido, que a gravação ficou longe, mas dá para vê-los ahauhauahua.

Em continuidade, fomos para Paje conhecermos os encantos dessa praia, dona de um mega vento e aguá verde cristalina, é o paraíso para os amantes de kitesurf.

Nos hospedamos no Waterfront, um hotel mais pomposo, com um quarto super espaçoso, cheio de mimos por todos os cantos, inclusive sabonetes feitos de banana e aquela piscina de tirar o fôlego.

No final da tarde conhecemos o glamoroso restaurante The Rock, que está literalmente cravado numa rocha. Dependendo do horário de visita a maré poderá estar alta, então o deslocamento será feito num barquinho.

Experimentamos um macarrão com lagostins e verduras, massala com cuscuz e uma sobremesa de coco com chocolate, não achamos o sabor incrível e dentro do valor que estamos acostumados a gastar com comidas em restaurantes, consideramos o preço cobrado alto para o tipo da comida fornecida, então aconselhamos com certeza a conhecer o the rock, porque realmente é lindo, mas somente tomar um drink e petiscar.

Já de volta ao hotel, conhecemos o Mahali e lá encontramos o refrigerante stonew tangawizi, uma explosão de sabor, nos lembrou a mistura de soda com tangerina e gengibre

A noite curtimos o rodízio no restaurante Mr Kahawa, muito saboroso e repleto de comidas típicas.

5ºdia|

Após um lindo sunrise e um gostoso café da manhã, esperamos Matias para darmos início ao passeio blue safari.

A primeira parada do passeio foi na pequena ilhota de Nakupenda, de cor cristalina e muito azulzinha, foi um encanto para tirarmos fotos e aproveitarmos toda aquela beleza, até porque, fomos um dos primeiros barcos a chegar – o que foi ótimo, pois a ilha lota absurdamente. Como cortesia a empresa serviu algumas frutinhas para amenizar o calorão.

Rolou uma paradinha para snorkeling e logo em seguida fomos para uma lagoa toda arborizada.

Paramos na praia Matemwe e se iniciou o almoço – excelente por sinal, o menu foi todo de frutos do mar, com lagosta, camarão e lula, além de arroz, salada e batata frita. .

Na praia tem uma porção de lojinhas, que com paciência e muita conversa se conseguem ótimos preços.

Encontramos nessa praia a árvore Baobá, símbolo do continente africano. E nessa hora, impossível não lembrar do livro o pequeno príncipe?

Pensando que o passeio estava encerrando, tivemos ainda a grata surpresa de curtirmos um legítimo passeio de barco a vela, uma experiência incrível, bem como, uma seleção de cantigas de músicas tanzanianas hauhauah

A noite, fomos novamente no Mr Kahawa, só que para comermos na forma la carte. Também foi uma ótima experiência no restaurante, recomendamos. Experimentamos uma espécie de enroladinho de verdura, com molho agridoce apimentado e reservamos ao prato principal, camarões com verduras marinadas nos típicos temperos tanzanianos e uma porção de vinagrete.

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Brotas|Hospedagem e Passeios

Brotas foi uma cidade surpreendente, já sabíamos do seu potencial ecoturístico, mas a nossa expectativa foi mil vezes superada, acompanhe conosco como foi a nossa passagem por lá.

Onde é Brotas?

É um município de São Paulo, que teve sua origem por volta de 1839, por meio da portuguesa Dona Francisca dos Reis. A origem do nome Brotas, é ainda desconhecida de forma oficial, tendo assim, 4 teses para justificar referido nome: brotas de olho das águas; brotas de broto de capim – que seriam matos que brotam após as trilheiras; brotas, em referência a bolotas – que é o nome dos bolos, feitos pela fundadora da cidade e por fim, homenagem a santa Nossa Senhora das Brotas, feita pela fundadora.

O que fizemos em Brotas?

Brotas tem uma infinidade de Parques, porém a maioria deles não são gratuitos, o que acaba se tornando um passeio custoso, por isso selecionamos para conhecermos aqueles, que mais nos chamaram atenção, durante as nossas pesquisas.

Eco Parque Cassorova

Eco Parque Cassorova foi a nossa primeira parada e já adiantamos, que foi o parque que fez nossos corações vibrarem de tão lindo. Paga-se o valor do passaporte de R$ 70,00 por pessoa, em dez/18. O Parque é composto por restaurante, lanchonete, tirolesa, canionismo, arvorismo e uma bela piscina.

Iniciamos nossa trilha conhecendo a famosa cachoeira Cassorova, que se divide em várias atividades, começamos tomando o banho no deck e a força da água é incrível, renova e revitaliza qualquer alma.

Em seguida, fomos aproveitar a cachoeira, já na sua parte inferior, por sinal super linda também.

Fomos na lanchonete para comer um lanchinho e já aproveitamos para ficarmos um pouquinho na piscina. Dali partirmos para a cachoeira Quatis, que exige um pouco de força física, ainda mais num dia de calor. A trilha da cachoeira tem cerca de 1.5 km, é toda sinalizada, porém consideramos de nível intermediário, tendo em vista que, o caminho tem muitas escadas.

Quatis é incrivelmente linda, tem uma queda da água igualmente forte e nos proporcionou uma contemplação à natureza sem igual. É de se agradecer por tanta beleza!

Também fomos conhecer a bela ponte do parque, que nos possibilitou uma nova visão da cachoeira e daquele verde todo.

Areia que Canta

Se estamos em Brotas, não podemos deixar de conhecer o local mais famoso da cidade e para lá fomos. O complexo Areia que Canta é composto por uma mini fazendinha, restaurante e também é hospedagem. Pagamos o valor de R$ 70,00 por pessoa em dez/18, para fazermos o day use Circuito Areia que Canta. O passeio se inicia numa pequena casinha típica rural, onde rola um vídeo de apresentação do complexo. Após, somos levados a nascente do areia que canta, por meio de trator, o trajeto durou em média, uns 10 minutos.

O areia que canta de fato é belíssimo, mas a forma como o passeio é desenvolvido pelo Parque frustou parcialmente a nossa expectativa. Como assim? Para quem não conhece, a cidade de Nobres, tem o Aquário Encantado, que é similar ao de Brotas e lá você faz flutuação guiada em grupos pequenos num período de 30 minutos, em Brotas, além de ficarmos no máximo uns 10 minutos na aguá, os grupos são compostos por até 30 pessoas, então dependo da quantidade do grupo, nem 10 minutos você fica curtindo aquela beleza, é o famoso ” fui e tirei foto”, mas sem aproveito real do local, acaba sendo mais contemplativo. Entendemos que, o complexo é super zeloso com aquele tesouro, mas podiam repensar na quantidade de grupos que formam e tentar propiciar ao viajante maior experiência na nascente.

Em seguida, fomos no rio Tamanduá e depois rolou uma hidromassagem natural numa cavidade do rio.

Parque dos Saltos

Parque com entrada gratuita no centro da cidade, achamos ele encantador, no final da trilha ainda encontramos uma cachoeira belíssima com aquela aguinha fria, forte e renovadora, rs. O Parque nos rendeu belas fotos e nos trouxe muita paz, tem tudo a ver com o estilo da cidade.

Cachoeira do Astor

Pagamos o valor de R$ 40,00, em dez/18, por pessoa para conhecê-la, dispõe de estacionamento e fica no “quintal” de uma propriedade. No local tem ‘senhorzinho’ orientando sobre a cachoeira e para prestar algum tipo de assistência. A cachoeira se torna especial, pelos seus paredões, lembrando inclusive os canyons de Capitólio.

E gastronomia, o que fizeram?

Brotas Bar

É um dos mais famosos restaurantes de Brotas. Instalado num casarão centenário, com rica decoração de temas esportivo e rústico.  É possível ficar tanto na parte externa como interna térrea e superior.  A gastronomia também é super interessante, comemos uma pizza de massa fininha apelidada de  Pizza Gourmet Brotas Bar, composta por mussarela, gorgonzola, toque de mostarda dijon, farofinha de alho e pimenta biquinho e  experimentamos a imperdível caipirinha de banana.

Riff Burger & Beer

Clássica hamburgueria da cidade, com uma decoração bem jovial. Experimentamos os hambúrgueres Veggie (pão de brioche com mix de cogumelos, queijo prato, cream cheese e cebolas caramelizadas) e o Texas (pão de briche, hambúrguer angus artesanal, cheddar, segundo eles exclusivamente produzido na serra da canastra, onion rings e bacon).

Pub Brotas Beer

Bateu aquela vontade de experimentar cerveja artesanal? Esse é o local ideal. São várias opções de cervejas diferentes, gostamos muito do ambiente e principalmente das brejas. A decoração também é super bonita e rica em detalhes.

Brotas Zen

Em todas as nossas pesquisas sobre o Brotas Zen, em especial sobre o jantar noturno que eles fazem para casais, na parte do bistrô, decidimos que seria parada mais que obrigatória, porém infelizmente, justo na nossa ida, o estabelecimento não ofereceu o jantar, por ter um evento na data. Não nos demos por vencidos e fomos para almoçar,  no estilo a la carte. A comida é super saborosa, mas achamos a quantidade pouca, em relação ao preço (R$ 96,20), inclusive fizemos essa sugestão a gerência, para que analisassem melhor a quantidade de comida ofertada, já que o prato é destinado a duas pessoas. Assim, almoçamos o Filé Mignon Grelhado. Servido com Risoto de Abobrinha, Queijo Parmesão e Tomates Cereja.

Os sucos da casa, são super naturais e deliciosos, experimentamos desde um detox verde a pitaya. A apresentação dos sucos também é super fofa, vem com um frase reflexiva. Experimentamos também a sobremesa, chamada de mini horta,  com a aparência de vaso de flor, muito gostosa  lindaaaaa!!  A sobremesa é composta por um  mousse de doce de leite, servido com uvas, castanhas e ovomaltine.

O local é especialmente bonito, calmo, com muito verde, inclusive vimos um lagarto bem na hora que chegamos. No geral é um local que voltaríamos e super queremos conhecer a parte do bistrô. 

Acomodação? Como foi?

Nos hospedamos no Chácara D’Floresta, por meio do aplicativo Airbnb. Local muito limpo, repleto de natureza e anfitrião super gentil.

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11 atrações imperdíveis em Curitiba

1-Morretes

Morretes é uma cidade bem próxima da Capital, distante 72 km. É a cidade de descanso dos Curitibanos, no final de semana.

É possível ir por meio de carro, ônibus ou o famoso trem. Na ocasião escolhemos ir de carro. Já na entrada do portal, na estrada Graciosa, percebemos como a cidadela lota, em razão dos muitos carros, ocasionando um trânsito bem grande.

A estrada Graciosa é bem bonita e ao longo dela, além de várias flores, têm vários decks para curtir um churrasquinho ao ar livre, em família.

Morretes é uma cidade alegre, repleta de restaurantes e cercada pelo Nhundiaquara e pela Mata Atlântica. 

Estando em Morretes, impossível não experimentar o prato típico chamado de Barreado. É um prato da época dos tropeiros, preparado em panela de barro com pedaços de carne, muitos temperos e farinha de mandioca. O prato é acompanhado por farinha de mandioca, banana, arroz e também não costumeiramente, por frutos do mar.

Comemos no  Manacá da Serra,  onde se serve  buffet livre a R$ 35,00 (set/18) por pessoa, são 15 pratos quentes, entre eles o barreado, peixe, camarão, carnes, massas e sobremesa e 10 tipos de saladas. No local também, se serve  pratos a la carte.

Também não poderíamos deixar de experimentar  o famoso sorvete de gengibre e escolhemos o Restaurante Rio da Maré, a composição é feita com abacaxi e podemos dizer que estavaaaaa muito bom, aprovado!

02-Rodízio de Massa

O Bairro de Santa Felicidade é um dos locais com os melhores restaurantes da Cidade, em especial dos de estilo Italiano. Então é nesse bairro, que vocês não podem deixar de jantar ou almoçar num legítimo rodízio de massa.

Escolhemos, o Velho Madalosso. Ambiente super bonito e o que falar do rodízio? A gente, não consegue nem lembrar a quantidade, mas foram massas de tudo que é tipo e recheio, inclusive recheios doces, como por exemplo, o figo. Inicialmente é servida uma entrada com batata e frango à passarinho.

Os atendentes também fazem a diferença da casa, super atenciosos, se preocupam o tempo todo, se estamos sendo bem servidos e gostando do sabor das massas.

O valor em setembro/18, do rodízio por pessoa é de R$ 55,00, sem bebidas.

E bem pertinho do Velho Madalosso, vale a pena dar uma paradinha na loja de chocolates Florybal e na Vínícola Durigan.

03-Parque Estadual Vila Velha

O Parque Estadual de Vila Velha é famoso pelos passeios de Arenitos (R$10,00) + Furnas e Lagoa Dourada (R$8,00) + taxa do guia (R$10,00 valor único e obrigatório acima de 6 anos, pago em dinheiro).

O passeio de Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada tem direito a meia entrada para estudantes, funcionários públicos do estado, doadores de sangue ou moradores de Ponta Grossa e é isento para menores de 6 anos e maiores de 60 anos). *Preços, em setembro/18.

O passeio é divido em duas partes e feitos por meio de ônibus do parque, juntamente com o guia. Na primeira parte, fizemos o passeio de  Furnas com a Lagoa Dourada.

No geral é um passeio bacana, mas nossas expectativas eram maiores. Se fossemos novamente, só faríamos o passeio dos Arenitos, que ficou reservado para a segunda a parte do dia.

Os arenitos, sem dúvida é o carro chefe do parque. São arenitos de aproximadamente 300 milhões de anos. Já o processo de erosão, que deram forma aos Arenitos, dão conta de 1.8 milhão de anos.

O local é famoso pela sua história, bem como pelas formas naturais dos arenitos, sendo a forma da Taça  a mais conhecida, hoje, símbolo da região, em especial do Parque.

04-Frederica´s Koffiehuis

Frederica é aquele local, onde a gula, se mostra em toda a sua plenitude. É uma variedade enorme de tortas, visualmente lindas e deliciosas, sem dúvida.

Ponto negativo, é que por ser bom, o local é lotado e aí os funcionários são um pouquinho perdidos para alocar o pessoal e manejar a lista de espera, porém vale a pena encarar essa filinha.

05-Parque Histórico de Carambeí

É um enorme museu a céu aberto, onde se mostra como é uma cidade típica holandesa. O valor do ingresso é R$ 20,00, meia entrada a R$ 10,00 para professores, estudantes, doadores de sangue regulares, pessoas com deficiência e grupos de terceira idade. Isenção para os moradores de Carambeí e funcionários da Prefeitura Municipal de Carambeí cadastrados, crianças até 6 anos, acompanhante necessário de pessoa com deficiência e pessoas acima de 60 anos. (*set/18).

Na parte de interna e externa da colônia tem confeitarias, que também são uma ótima pedida. 

06-Colônia Witmarsum

É uma Colônia típica alemã, famosa pelos vários cafés da tarde. Sábado tem uma famosa feira gastronômica,  repleta de quitutes típicos. 

Café Colonial – Edit’s Kaffe Hof

Além da comida alemã, o café também oferece algumas das delícias brasileiras que todo mundo ama, como coxinha e pão de queijo, assim você pode ter o melhor de dois mundos.

Valor: O preço é de R$27 por pessoa (*set/18)

07-Andar de ônibus

Curitiba é famosa mundialmente, pelas suas estações, em forma de tubo. Não há metro. Vale, super a pena, andar de uma estação a outra.

08-Feira de Domingo

Feira Domingo, também conhecida por Feira do Largo da Ordem, com início na Rua São Francisco e termino na Rua Martin Afonso. É uma feirinha, super dinâmica, com várias barraquinhas de produtos artesanais, comidinhas e músicos dando uma canjinha.

Experimentamos os famosos Pierogi, do Tadeu.

09-Hard Rock Café

O primeiro e até pouco tempo, o único Hard Rock Café do Brasil. Em julho/18, inaugurou uma outra unidade, em Gramado, no Rio Grande do Sul.O local em si é todo atrativo, seja bela beleza, pelos drinks, pela decoração ou ainda pelos artigos que são vendidos. É com certeza, local indispensável.

10-Parques

Curitiba é a Cidade dos Parques, entre eles, é indispensável conhecer o Parque Tingui, Bosque Portugal, Bosque Alemão, Memorial Polonês, Memorial Árabe, Jardim Botânico, Museu Oscar Niemeyer, Parque Tanguá e Opera de Arame

Memorial Ucraniano foi inaugurado no de ano de 1995, em homenagem aos imigrantes ucranianos que vieram para Curitiba, no século XIX. Dentro do Memorial tem um lojinha com produtos típicos, não deixem de experimentar o chá de limão siciliano e o doce, que lembra o nosso pavê de chocolate.

Jardim Botânico é o parque mais clássico da Capital Curitibana, inclusive em 2007 foi eleito pelo site Mapa-Mundi como  uma das sete maravilhas do Brasil. Na entrada do jardim, tem um grafite de um casal super belo.

Parque Tanguá é uma antigo complexo de pedreira desativado. Um enorme parque com cachoeiras e muito verde.

Ópera de Arame é um teatro, que inclusive foi palco para muitos artistas famosos nacionais e internacionais. Tem esse nome, por ter a sua construção feita de canos, estruturas metálicas e placas transparentes, todos a mostra, lembrando assim, a fragilidade de uma construção de arame.

Museu Oscar Niemeyer  é um museu, propriamente de arte, famoso pela sua forma em olho.

Bosque Alemão é uma antiga chaçará de uma família Alemã. O bosque é composto de muita área verde, quadrinhos temáticos com histórias infantis ao logo da caminhada, tem ainda um deck, chamado de torre dos filósofos,   que nos mostra uma belíssima contemplação do local, oratório  e casa encantada.

11-Bares e Vida Noturna

Curitiba é muito famosa,pela grande variedade de bares, cervejas e baladas. Não deixem de conhecer o clássico Bar do Alemão, que a  qualquer hora do dia tem a entrada super concorrida.

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O que fazer em 2 dias em Bogotá? Hospedagem| 11 Passeios Imperdíveis

Se você dispõe de alguns dias, para conhecer a capital Colombiana ou está em conexão pelo país, com certeza vale a pena sair do aeroporto para checar as belezas da cidade de Bogotá.

1-Feira de Domingo Usaquén 

Domingo em Bogotá, tem uma feirinha super clássica, a Usaquén. Localizada na Calle 119, se inicia num pequeno galpão aberto e se estende por toda a rua, é repleta de barraquinhas com quitutes típicos e local ideal para comprarmos as famosas bolsas colombianas.

2-Juan Valdez Café

É o espaço certo para se apreciar um excelente café típico e várias guloseimas, além de curtir um ambiente charmoso com obras de arte contemporânea e literatura.

3-Bairro La Candelaria

Esse bairro, é onde a cidade de Bogotá surgiu, composto por grande um conjunto arquitetônico, museus e belas artes de rua.

Passamos pela praça El Choro de Quevedo, que tem constantes apresentações musicais e vários artesãos vendendo peças exclusivas, por um ótimo preço.

Em seguida, ficamos admirando a beleza das casinhas coloridas e da arquitetura, até nos depararmos com uma senhora vendendo as famosas Obleas, que são bolachas finas, recheadas com várias opções de sabores, escolhemos nozes com doce de leite. 

4-Monserrate

É um dos locais mais famosos da capital, com cerca de 3.152 metros de altitude, permite contemplar uma bela visão panorâmica da capital. Se chega por meio de carro, teleférico ou funicular.

5- Restaurante André Carne de Rés

Queríamos conhecer a unidade da cidade de Chia,  mas em razão do nosso pouco tempo, optamos por conhecer a que fica na capital, na Zona T. Fizemos a reserva com alguns dias de antecedência, sobretudo porque íamos no sábado.

O restaurante é famoso por conter 4 ambientes: céu, terra, inferno e purgatório, além das decorações e atrações musicais que compõe cada ambiente. 

O cardápio é super coloridinho, com vasto estilos de comidas, desde lanches a menus mais requintados. Escolhemos 2 limonadas de coco (uma tradicional e outra com cereja), 2 Coca-cola, 2 pratos de hambúrgueres com batatinhas e 1 sobremesa apelidada de Napoleon. 

Entre um prato e outro vimos algumas apresentações musicais e artistas que passam em cada mesa oferecendo os produtos da loja.

Gastamos o valor de 146.415 COPS, inclusa a taxa de 8% do estabelecimento. A cobrança vem numa caixinha fofa, com um kit de docinhos e objetos lúdicos, como por exemplo, a lupa.

6-Zona T

É o coração da Zona Rosa, e é aqui que estão os melhores barzinhos, restaurante, shoppings, enfim toda a badalação de Bogotá.

7-Plaza Símon Bolívar

Fica no bairro de La Candelaria e é considerada a praça central, ou melhor o coração de Bogotá. Pela Praça será incrivelmente comum ver centenas de pombos desfrutando espaço com os humanos, inclusive no local, existem inúmeras pessoas vendendo saquinhos para alimentar os pombos e fotógrafos para registrar  fotos engraçadas.

Além de ser possível ver a troca da guarda nacional, a praça abriga o Congresso Nacional, o Palácio de Justiça e a Catedral Primada de Colômbia.

8-Café La Puerta Falsa

É um café super típico, bem próximo a Plaza Símon Bolívar e faz sucesso até os dias de hoje por conservar as tradições gastronômicas típicas colombianas, têm refeições tanto para o café da manhã, como para o almoço. Alguns afirmam ser o café mais antigo da Colômbia. 

O local em que pese compreender 2 andares, é pequeno, porém super aconchegante, tendo no seu interior decorações com bexigas nas cores da Colômbia.

Na vitrine ficam expostos vários quitutes regionais. Experimentamos o famoso chocolate com queijo,  acompanhado de 2 pães.

9-Museu Del Oro e Museu Botero

O Museu do Ouro é considerado um dos maiores do mundo e tem por finalidade conservar, catalogar e divulgar as obras arquitetônicas e culturais, que são a herança presente  e futura dos colombianos.

Já o Museu Botero,  é composto por obras de artes criadas, pelo artista plástico colombiano Fernando Botero.

10-Catedral de Sal

É uma catedral literalmente construída no interior das minas de sal, na cidade de Zipaquirá, sendo considerada como a primeira maravilha da Colômbia. 

O tour é guiado com walkman individualizado, tendo a opção de se ouvir as informações em português. Esse santuário católico, faz referência a Via Crucis de Jesus Cristo. A entrada da catedral é toda lúdica, cheia de luzes e cores.

A arquitetura do local impressiona pela beleza das paredes esculpidas no sal e pela grandiosidade da obra. 

Além da Via Crucis, existem várias lojinhas que vendem pedras, entre elas, esmeralda, alguns restaurantes, fontes e lojas com produtos extraídos do sal.

Para quem quiser mais sobre esse belíssimo santuário, inclusive como se deslocar a catedral, por meio de ônibus, saindo de Bogotá e como são os museus que compõe o acervo, recomendamos a leitura do blog Trilhar e Mochilar.

11-Experimentar Papa Criolla , Cazuela de Frijoles e Ajiaco

Não deixem de experimentar em hipótese alguma além das Obleas, Papa Criolla (batata colombiana), Cazuela de Frijoles (sopa de feijão) e Ajiaco (sopa de batata, milho e galinha). Escolhemos o restaurante Rosita  para apreciarmos esses quitutes típicos, localizado na praça Chorro de Quevedo, na La Candelaria.

HOSPEDAGENS

Em Bogotá, no quesito ‘escolha da hospedagem’, primeiro, tem que ter em mente se o foco é parte histórica, animada ou os dois.

Se a ideia é curtir mais a parte arquitetônica, o ideal é ficar no bairro da La Candelaria. Nesse bairro, indicamos o Explora Hostels, localizado praticamente na viela principal da La Candelaria. Conta com um ambiente bem charmoso e a equipe é muito organizada. 

Já para quem quer só dar uma conhecida básica no centro histórico e ficar mais perto da badalação, recomendamos o 82 Hostel, super perto da Zona T, inclusive fomos andando.

A maioria dos hóspedes do hostel são estudantes, por isso o ambiente é muito rico e divertido. O hostel faz algumas festas e reúne a galera para as baladas.

O café da manhã é bem fraco, pão, chá e opção de no máximo 2 frutas, mas nada impede de se fazer algumas comprinhas e abastecer a geladeira coletiva.

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San Andrés|Hospedagem e Passeios

San Andrés é o caribe colombiano quem vem ganhando o coração dos brasileiros, em razão de ter um preço de viagem acessível, ser popular e visitável todo o ano, antes de chegarmos no paraíso com mar de 7 cores, passamos em Cartagena das Índias|Isla Tintipan|Playa Blanca|Hospedagem e Passeios.

Requisitos de Admissibilidade

 Tomar a vacina contra a febre amarela, mesmo se a conexão for via Panamá ou Bogotá e portar a carteira internacional de vacinação contra a febre amarela.

Registro Geral de Identificação, conhecido popularmente por RG, desde que o documento esteja em bom estado de conservação e com menos de 10 anos de emissão ou passaporte, com validade extensiva até a data de saída do país. Se você for pelo Panamá, será exigido passaporte com validade de pelo menos 3 meses antes do vencimento.

Tarjeta de entrada na ilha, adquirimos a nossa, no aeroporto de Bogotá, no balcão de check-in. 

Hospedagem: Islander House on Rock Cay Beach, na Av. San Luis, 41, Rock Cay.

Quarto amplo, limpo e confortável, aparelhado por cama, tv, armário e ventilador. Wi-fi mediano. Banheiro limpo e com ducha sem água quente. Café da manhã incluso, mas com poucas opções pão ou wafle, café ou suco.

O que fizemos pela ilha?

Dia da Chegada|Fechamento dos Passeios|Don Aníbal

A ilha tem características próprias, com por exemplo, dificilmente você verá um morador usando cinto de segurança ou capacete, além de sermos surpreendido com 3 ou mais pessoas, numa mesma moto.

Existe uma simplicidade no modo de vida dos moradores e até mesmo no quesito moradia, facilmente perceptível nos bairros que fazem divisa com o centro.

Na mesma linha, na questão turística, pouquíssimas empresas visam o lado do turismo seguro, com amplo recurso profissional, ao passo que, a maioria das empresas têm com regra passeios muitos populosos.

Visando essa situação, decidimos fechar um dia de lancha privativa para conhecer Jhonny Cay, Acuario, Água Blanca e  passeio panorâmico pela ilha. Fechamos todos os  passeios com o guia Kramelo @krameloberrio.

Fechamos a noite, indo conhecer um pouco da ilha e jantamos no Donde Aníbal, que tem uma limonada de coco deliciosa e pizzas com valor muito atrativo.

2º dia|Jhonny Cay| Àgua Blanca|Ouriços|Acuario|Mantarraya|Estrela do Mar

No dia e horário aprazado, como nosso hostel era pé na areia, combinamos do embarque ser no próprio hostel e assim o marinheiro nos pegou.

No dia anterior, antes de chegarmos no hostel, após o desembarque no aeroporto, passamos o mercado e compramos bebidas e quitutes, entretanto como não tínhamos gelo, o marinheiro nos disponibilizou um cooler e deu uma paradinha ao longo do caminho para comprarmos gelo.

Antes de chegar em San Andrés já sabíamos que nos 2 dias posteriores, Jhonny  Cay fecharia para manutenção, então somente sobrando uma data para conhecermos a ilha, a real é que todos que estavam por lá pensaram igualmente como nós, de modo que a ilha estava um pandemônio humano, muitas embarcações chegando ‘a rodo’.

Nosso guia nos informou que não podia descer na ilha com o cooler de quitutes e assim cumprimos a regra e locamos uma das tendas em frente ao mar, entretanto vimos muitas pessoas com cooler na mão e afins, verdadeira farofada.

A ilha é de grande beleza, mas hiper lotada, deixa o aproveitamento abaixo do esperado, tivemos raros momentos em  que conseguimos uma foto mais privativa.

A ilha é repleta de restaurantes domiciliares e dos famosos lagartões. Paga-se o valor de 5.000 cops para desfrutar do day use na ilha.

Passamos depois por Água Blanca, local que para nós foi o mais bonito do dia, em razão da coloração transparente da água e por lá vimos ouriços.

Fomos no Acuario, outro local que estava repleto de pessoas, o ideal é ir bem perto da abertura, para poder ter maior aproveitamento e ver espécies de peixinhos mais raras. Ali pertinho do Acuario, bem do ladinho mesmo, vimos várias mantarrayas e por fim, encerramos o passeio, com a flutuação para ver estrelas do mar. 

O videozinho abaixo é uma compilado dos nossos melhores momentos nesses locais, esperamos que gostem.

3º dia|Parasail|Spring Beach| Beer Station| La Regatta

Fizemos o Parasail  e consideramos o melhor passeio da ilha, é nele que é possível constatar o famoso mar de 7 cores. Recomendamos fazer o passeio no horário do meio-dia, que é o momento em que o astro rei está na sua melhor performance, deixando assim, o mar ainda mais lindo e marcante.

Ideal também é fechar o passeio numa empresa que leve o menor número de pessoas possível, isso porque, depois que você usufrui dos seus 15 minutos literalmente no céu, tem que esperar todos fazerem a atividade e isso demanda bastante tempo, aliado ao fato da possibilidade de ter enjoo ou outros sintomas.

Em seguida, fomos aproveitar a praia central, chamada de Playa de Spratt Bight, que por sinal é bem bonita e  conhecemos o Beer Station. De fato, o atendimento é bem devagar, mas vale a pena esperar, tanto o chopp, como os quitutes e a incrível limonada de coco é de comer e beber rezando.

A noite, já tínhamos reservado, via celular, no primeiro dia em que chegamos a ilha  o famoso La Regatta.

O local é super bonitinho, com um quintal repleto de figuras coloridas e decorações para tirarmos várias fotos. Já na parte de dentro propriamente dita, é possível ficar na área externa quanto interna, ambos locais, ricamente decorados com tema marinho. Será incrivelmente comum vocês presenciarem casais realizando noivado ou pedido de casamento.

Em relação a comida, ótimo sabor, nada a reclamar, vale totalmente a fama de ser o melhor restaurante de San Andrés.

4º dia|Mergulho de Cilindro|Aqua Beach|Centro|El Corral

Dani fez o mergulho com cilindro com o guia e instrutor David S. Guggenheim, Tel.: +57 318 3706544 – Whatsapp, mesmo com chuva se manteve o passeio e não houve perda de rendimento. O professor deu uma aulinha básica de procedimento e após a magia marinha começou.

Como o dia ficou com aquele solzinho bem basiquinho, resolvemos conhecer o Beach Aqua ao lado do hostel e finalmente provamos o drink Coco Loco, mas confessamos, que preferimos a tradicional limonada de coco, por outro lado, a porção de camarão frita com farinha típica e coco é especialmente deliciosa.

Pro final da tarde, pegamos ônibus no valor de 2.400 pesos colombianos, por pessoa e fomos para o centro, conhecer mais a ilha e fazer algumas comprinhas. Os ônibus funcionam até as 22 horas e  a frota de táxi 24horas.

Os ônibus, na verdade são micros, iguais o do nosso país, os costumes diferentes se encontra, na possibilidade de embarcar e desembarcar praticamente em qualquer local que se peça da cidade e na maiorias dos transportes têm uma rica e belíssima decoração típica, tanto internamente como externamente.

No geral, não achamos as lojas com preços tão mais baratos como pensávamos. Muito cuidado para não comprarem em lojas que vendem produtos falsificados, é muito comum pela ilha. 

Também sé importante se atentar ao horário de funcionamento das lojas, pois a grande maioria fecha no horário de almoço.

Damos um destaque para a loja da Nickelodeon, em especial para o personagem Bob Esponja, nessa loja, têm muitos produtos do Bob e caixas de MMs pelo melhor preço que encontramos na ilha.

Perambulando pelo centro, encontramos o quiosque das paletas aberto, esse foi o local que ais gastamos,  mas valeu cada valor, porque são extremante deliciosas. Demos ainda, mais uma caminhadinha pela orla para tirar foto no letreiro mais cobiçado da ilha. Encerramos nossa noite no fast food El Corral, que é super parecido com as franquias de MC Donalds e Burger King que estamos acostumados. 

5º dia|West Wiew|La Piscinita|Aqua Beach|Aeroporto

Acordamos bem cedo e já percebemos que o dia teria um brilhante sol, tomamos café modo express e fomos para o ponto de ônibus para fazermos a volta pela ilha, nossa ideia principal era a de conhecer a La Piscinita e West Wiew.

Descemos no ponto determinado pelo motorista, que já dava de cara com a La Piscinita, mas em que pese constar que o local abria as 8h30min, notamos que não seria cumprido tal horário e dali decidimos andar por cerca de 1km até o West Wiew.

Fomos os primeiros a entrar em West View, paga-se o valor de 5000 cops colombianos por pessoa para adentrar e usufruir o espaço. Nossa ideia principal era o escorregador e pular na prancha de 7 metros.

Em seguida, voltamos andando para La Piscinita e incrivelmente a mesma ainda estava fechada, vimos um movimento interno, ao passo que começaram a chegar mais turistas e cobrar explicações pelo não abertura do local.  O funcionário nos informou que ainda estavam limpando e pedimos então, que fosse liberado nosso acesso, que não tínhamos problema com a limpeza e deixaríamos nossos pertences no chão mesmo.

Paga-se em torno de 4 mil cops para entrar e se ganha uma fatia de pão para atrair os peixinhos.

La Piscinita é um reduto natural repleto de peixinhos ornamentais coloridos, dos mais diversos tamanhos.

Em continuidade, pegamos novamente o ônibus para regressar a pousada, ainda sobrou um tempo pro almoço, não pensamos duas vezes e fomos para o beach.

Em seguida, só foi o tempo de pegarmos os mochilões que já estavam arrumados e seguirmos para o aeroporto. Para finalizar de verdade, recomendamos que sentem ao lado esquerdo da aeronave, na poltrona de letra letras F, para curtir a vista da volta, que é incrivelmente fantástica, vide vídeo abaixo.


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Cartagena das Índias|Isla Tintipan|Playa Blanca|Hospedagem e Passeios

Em nossas buscas por conhecer um outro caribe, que tivesse preço acessível, atrativo cultural e belas praias, já que conhecemos, em outrora oportunidade, uma parte do caribe mexicano Cancún (MEX): resort e passeios, nos apaixonamos pelo que descobrimos da Colômbia, sobretudo pelas belíssimas praias afastadas e agora revelaremos a vocês como foram nossos dias por lá.

O povo colombiano é super amistoso e receptivo, lembram e muito, nós brasileiros.

Requisitos de Admissibilidade

Carteira de Registro Geral, o popular RG, em ótimo estado de conservação. Usualmente se fala, que o mesmo deve ter menos de 10 anos de expedição, mas a bem da verdade, é que mesmo que o RG seja expedido, com menos de 10 anos e esteja em estado de conservação precário, não será aceito, ou ainda, o passaporte, com data de validade válido no dia da saída do país. 

Também deve portar a carteira internacional, pertinente a vacina da febre amarela. 

Como chegar?

Não existe voo direto para Cartagena, sendo necessário fazer escala na Colômbia ou em outros países. Quando chegamos no aeroporto de Cartagena cambiamos o dinheiro.

Isla Tintipan

Imagina ficarmos 3 dias sem acesso a internet, telefone, televisão e qualquer tecnologia num local paradisíaco? sim, queríamos muito essa experiência e assim, partimos para a Isla Tintipan. 

Compramos os tickets de translado ida e volta, online, pela empresa Tranq it Easy por 400 pesos colombianos. No dia aprazado, fomos para o porto de Cartagena e é bem importante chegar cedo, sobretudo, para pegar as melhores acomodações do barco, isso porque, têm partes da embarcação que não são cobertas, assim, se for um dia de muito sol, será sofrível, da mesma forma  se tiver garoando.

O trajeto durou um pouquinho mais que 2 horas e durante o percurso, a empresa nos forneceu copinhos de água para amenizar os efeitos do calor.

Hospedagem: Isla Roots, na Isla de Tintipan.

O hostel é tudo aquilo que pensávamos e mais um pouco, repleto de decoração rústica,  natureza nativa e muitos mochileiros com o gosto comum de viajar por esse mundão.

O quarto é composto por uma cama com colchão bem confortável, com mosquiteiro, uma mesinha de apoio, alguns parafusos na parede, para servir de cabide, ventilador e ar-condicionado. Os banheiros são coletivos e por ser um hostel, numa ilha isolada, só é permitido tomar 1 banho por dia, no modo gelado, o que não foi um problema, dado o calor master e adorável que fez na nossa estadia além disso, as necessidades biológicas são evacuadas no banheiro, por meio do antigo sistema ‘balde com  água’, tudo para economizar a água.

A energia elétrica é ligada a partir das 19 horas, sendo desligada por volta das 6 horas da manhã. Nas partes comuns (guichê) sempre encontramos uma tomada com energia e de livre acesso para carregarmos principalmente os celulares. 

Não existe acesso a televisão nem ao telefone nas áreas comuns, é total ‘off’ com o que está rolando no mundo. Para não dizer que ficamos totalmente sitiados, na parte superior do hostel, existem as acomodações de rede e lá, em alguns degraus, tivemos sinal em nosso celular funcionou, mas bem raramente e de forma bem precária.

O café da manhã está incluso no valor da diária, já o almoço e jantar devem ser escolhidos com algumas horas de antecedência todos os dias. Os funcionários passam uma listinha perguntando e anotando o tipo de refeição escolhida.

Sucos, por sinal, todos feitos com frutas naturais, são servidos o dia todo, até às 24 horas, que é o horário que costumeiramente o bar fecha. Já nos finais de semana, o bar estende um pouquinho mais o horário.

Isla Mucura

No dia seguinte, combinamos com o pessoal do Isla Roots e fomos passar o dia na Isla Mucura, distante cerca de 15 minutos, via barco, da hospedagem.

Ficamos boquiabertos com aquela beleza, chegamos por volta das 9 horas e tudo ainda estava deserto, nos sentimos cada vez mais no filme Lagoa Azul. Ao longo do dia chegaram algumas pessoas, mas mesmo assim, pode ser considerado um turismo bem tranquilo, no quesito privacidade.

O almoço foi realmente incrível, de agradecer cada sabor e comer rezando, escolhemos a opção de camarão e lagosta, juntamente com o arroz de coco, arepa, patacone e uma saladinha.

Não bastasse o dia primoroso, Cá decidiu fazer com os nativos a famosa trancinha no cabelo, rs, na verdade foi até uma solução, a se pensar que, estávamos num local que lavar e hidratar os cabelos se tornou um pouco difícil e vinha ainda, pela frente, mais uma hospedagem na Playa Blanca, nos mesmos moldes.

Playa Blanca

Após regressarmos a Cartagena, fomos direto a Playa Branca, via táxi, isso porque queríamos chegar ainda de dia no hostel e também, por conta da restrição de horário para check -in.

Ao chegarmos na Playa Blanca existe a opção de ir andando por aproximadamente 20 minutos, pela faixa de areia até o hostel ou pagar 10 pesos colombianos e utilizar a canoa.

No geral a Playa Blanca não é bem falada pelos turistas estrangeiros, sobretudo pela quantidade de turistas e nativos que nela ficam, tanto na alta como baixa temporadas, é a praia dos colombianos, mas o segredo justamente está em  se hospedar na praia, bemmm no final dela, curtindo assim, o amanhecer e entardecer. Caso seja a sua intenção somente fazer um bate e volta, ao chegar na Playa Blanca, dirija-se para a parte final dela, que é semi deserta, com muitos poucos turistas.

Hospedagem: Princesa del Mar Family Cabanas.

O hostel é no estilo mais fiel de pé na areia, dormimos escutando o barulho do mar. De forma similar ao Isla Roots,  a energia elétrica é fornecida das 19 horas até as 6 horas da manhã, porém aqui, tínhamos a restrição de 3 minutos por pessoa, para banho. Diferente do Isla Roots, para escovar os dentes e lavar as mãos, foi tudo a base de canequinha com água.

Não incluso na diária, nenhum tipo de refeição, o que não foi um fato negativo, já que a Playa Blanca é repleta de opções de estabelecimentos para se alimentar, entretanto, antes de chegarmos a Playa Blanca, pedimos que o taxista parasse numa quitanda que estivesse no caminho e nos abastecemos com alguns quitutes, como  barrinhas de cereais, suquinhos  e bolachas.

 

Fizemos o passeio do plâncton noturno, que consiste em ver os plâncton brilhantes, infelizmente as fotos ficaram bem horrorosas, em razão da inexistência de feixe de luz, rs.

Também fizemos o passeio pelas ilhas, contratamos um pescador conhecido do pessoal do hostel, que nos levou numa canoazinha de forma privativa.

O passeio passou por diversas praias perto da Playa Blanca, inclusive avistamos, segundo os nativos, o monomotor de Pablo Escobar.

No final do dia, ainda rolou aquele sunset que fez a gente ter certeza, que viver é uma benção e temos que aproveitar muito cada momento vivido.

Cartagena das Índias

Hospedagem: Volunteer Hostel Cartagena. O hostel está localizado na cidade amarulhada e super recomendamos se hospedar dentro das muralhas, porque dá para fazer tudo a pé.

A hospedagem, na verdade é uma república de estudantes, então tem muita movimentação de pessoas o tempo todo. Os quartos, no geral têm um espaço bem limitado, para uma pessoa gordinha, seria um tanto sofrível, entretanto,  tem ar-condicionado. Os banheiros são simples, mas cumprem com a função pretendida. O café da manhã é bem fraco, sendo servido somente bolacha e café.

Cartagena nos surpreendeu positivamente, a cidade é verdadeiramente linda, tem uma arquitetura em estilo colonial, com várias vielas repletas de casinhas coloridas e floridas.

Compramos algumas frutinhas e ‘de quebra’ tiramos fotos com as Palanqueiras típicas,  mulheres símbolo da resistência negra e da cultura do país.

Passamos pela Praça do Relógio e ali, ficamos um tempinho no Bar do Salsa Donde Fidel, que é um clássico no quesito tocar salsa. O local ficou cheio rapidamente, então recomendamos chegar antes do entardecer. Para quem quer aprender dançar salsa ou fazer uma aula privativa, recomendamos o Crazy Salsa.

Fomos no Café Del Mar para contemplar as ruínas, o melhor horário é no momento do pôr do sol. Os valores principalmente dos drinks são bem carinhos, a bem da verdade é que, você se sente pagando para admirar a vista, de forma sentada. Rola também um showzinho.  

Passamos pela estátua famosa La Gorda de Botero, localizada na Calle 35.

Se de tarde Cartagena é puro movimento, a noite tudo vira festa, é gente saindo de tudo que é esquina, para começar a aproveitar as inúmeras opções de restaurantes, bares e baladinhas que tocam o ritmo caribenho.

Para fechar a noite, presenciamos a comemoração de uma festa de casamento super típica, com dançarinas, na praça do relógio e finalizamos com um jantarzinho a base de pizza típica.

Mais algumas informações: Fizemos algumas compras no mercado de quitutes e também fomos em alguns restaurantes, todos dentro da muralha, dentre eles, gostamos muito do La Mulata, o atendimento é um pouco devagar, mas a comida é muito saborosa, com ótimo custo benefício, além dos drinks serem deliciosos, em especial os com base de coco. 

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Peru|Hospedagem e Passeios

Em continuidade ao nosso Mochilão, cruzamos a fronteira da Bolívia para começarmos nossas descobertas pelo Peru.

Admissibilidade no Peru

Escolhemos prosseguir com o pessoal da Bolivia  Hop e assim, embarcamos na cidade boliviana de Copacabana e seguimos rumo a fronteira. Tivemos um infortúnio que foi a falta de luz e a ocorrência de chuva de granizo, porém, o guia do Bolívia Hop, se mostrou super certeiro em temos optado por essa empresa, resolvendo tudo rapidamente, tirando assim, cópia dos nossos passaportes/fotos e deixando com o pessoal da imigração. Ficamos imaginando se não tivéssemos o assessoramento deles, com certeza teríamos que esperar a luz  do guichê boliviano regressar.

Em cerca de 500 metros, da imigração boliviana, já se encontra o guichê de admissibilidade peruano, não nos pediram a carteira internacional de vacinação da febre amarela, entretanto, cabe informar ser um documento obrigatório de admissibilidade.

Após, passarmos pela aduaneira peruana, nos dirigimos ao estacionamento onde se encontrava o ônibus da Bolivia Hop, para seguirmos viagem, no geral o trâmite administrativo de entrada e saída, durou menos de 30 minutos.

Em razão da grande chuva, acabamos não tirando foto no letreiro peruano.

Em resumo: Necessário passaporte com data de entrada válido e/ou RG conservado + carteira internacional de vacinação da febre amarela.

Puno

Nossa primeira cidade peruana foi Puno, entretanto mesmo antes de chegarmos tivemos um problema. Dani começou a se sentir mal, em razão, ainda dos efeitos do soroche sentidos na Bolívia  e assim, ao chegarmos em Puno acionamos o médico residencial do seguro.

Para resumir, Dani teve que inalar oxigênio e controlar a sua pressão, por meio de remédios e injeções.

Puno fica a 3.827 metros de altitude, ou seja, muitooooo alto, por isso recomenda-se sempre viajar com seguro saúde ou seguro viagem.

Hospedagem: Puno Hostels, na Jr. Puno 124, 051 Puno, Peru . Como o Dani ficou bem ruim, não aproveitamos muito o arredor urbano do hostel, mas em compensação temos muito que agradecer a Jane, funcionária do hostel e enfermeira, que prestou toda assistência para nós, inclusive foi conosco no passeio a Isla Flotantes de Uros.

1º dia|Isla Flotantes de Uros

Pegamos a embarcação no porto de Puno e em menos de 30 minutos, já estávamos na entrada da Ilha Flutuante. A visão panorâmica é super bonita e repleto de totora.

Entrada na Ilha Flutuante

Para entrar na isla paga-se um pequeno pedágio, do qual o valor não conseguimos descobrir, porque é um trâmite bem rápido para pagar e acabamos esquecendo de perguntar a Jane.

A isla é composta por aproximadamente 87 ilhas,  ao passo que, fomos direcionadas para uma das ilhas, composta por 4 casas.

Foi ministrado pelo presidente da isla (de 4 casinhas), o dia a dia dos nativos,  a forma intrigante de como vivem, bem como extraem as totoras e fazem a manutenção das casas.

No final da explanação foram oferecidos alguns artesanatos para comprarmos. O preço do artesanato é caro, se comparado com as lojas de que ficam próximas ao porto.

Por 15 soles, por pessoa, fizemos o passeio na famosa embarcação de totora, com 1 parada.

Paramos na ilha Quechua, que é composta por restaurante e empório. É aqui, que você consegue o famoso carimbo no passaporte da Isla de Uros e por ele, pagamos menos de 5 soles.

2º dia| Cruz del Sur | Arequipa

Arequipa não fazia parte dos nossos planos, a bem da verdade ficaríamos hospedados na Isla de Uros e também conheceríamos a Isla Amantaní – que tem muitas ladeiras, entretanto, em razão da  agravada situação de soroche do Dani, que culminou inclusive com um 1 dia de internação, os médicos recomendaram que fizéssemos nova aclimatação e nos deram como sugestão a cidade de Arequipa, com 2.300 metros de altitude e para lá partimos, após a sua alta.

Fomos até a rodoviária de Puno, que por sinal é bem organizada e embarcamos pela empresa Cruz del Sur. A empresa nos surpreendeu positivamente, além dos ônibus serem bem confortáveis, cada assento tem um tablet, é servido refeição e demais quitutes pela aerobus, muito idêntico ao serviço de bordo das aeronaves.

Arequipa

Arequipa, também chamada de cidade Branca, por conta da maioria dos prédios históricos serem feitos com pedra vulcânica, é uma cidade, com ares europeus, realmente muito bonita.

Hospedagem: Hostal San Augistin, na Calle San Agustin #125, Arequipa, Peru. Um casarão antigo e lindo, super bem conservado e com ótima localização, bem no centro antigo. Banheiro amplo e limpo, com ótima ducha quente. Não disponibilizam café da manhã.

3º dia| Café da Manhã no La Surtida| Monastério Catalina| Chicha por Gastón Acurio | Café Y Vino

Fomos conhecer o La Surtida, local charmoso, com decoração típica e comidinhas gostosas e saudáveis. No total gastamos 29 soles, entre 2 combos de café americano e 1 bowl de fruta.

De lá, partimos para o Monastério Catalina  que é literalmente uma cidade dentro de Arequipa. Trata-se de moradias de várias freiras, inclusive data a história, que até mulheres pobres por lá também viveram, o que não era comum para a época.

O Monastério, é enorme mesmo, sem exageros, composto por cores terrais, azul e branco, tem muitos quartos, várias vielas floridas, pintores pelos corredores, é possível também,  ver e utilizar o sistema de fornecimento de aguá e como eram realizadas e selecionadas as comidas, inclusive adentrar nos depósitos, além das belas paisagens para as cordilheiras.

Informações: * entrada gratuita para menores de 7 anos * 40 pesos chilenos por pessoa * 20 pesos chilenos por pessoa, para os estudantes estrangeiros, com menos de 21 anos * funcionamento de segunda a domingo das 9h às17h *terça-feira e quarta-feira das 9h às 20h *sexta-feira santa, 25/dez e 01/jan fechado ao público *pagamento em dinheiro ou cartão

Depois de um passeio cultural impressionante, fomos conhecer a famosa gastronomia e escolhemos o Chicha por Gastón Acurio. O local  tem uma rica decoração e ótimo atendimento. O restaurante lota facilmente, por isso recomendamos chegar com antecedência e mesmo a gente chegando por volta das 12 horas, encaramos uma básica lista e fila de espera.

Já em relação ao preço, é um pouquinho acima da média, gastamos o valor de 63 dólares em 2 pratos principais (ceviche e pulpo), 1 suco amoroso (combinação de frutas), 1 taça de vinho e 1 sobremesa (esfera sensible).

Arequipa a noite é igualmente linda, as iluminações das construções dão um toque mais mágico ao local. 

Para completar a noite, fomos ao Cafe Y Vino, para degustarmos uma boa noite com petiscos arequipanos. Escolhemos vinho, com tábua de queijos e para finalizar, uma chazinho de coca.

4º dia| Arequipa x Cusco

Arequipa é um local que merece muito mais que 2 dias, mas como foi uma cidade não planejada, não conseguimos ver tudo o que ela tinha a nos oferecer, nossos amigos do Trilhar e Mochilar ao passarem por Arequipa, escreveram em seu blog,minuciosamente sobre muitos locais dessa bela cidadela, inclusive fizeram o Canyon del Coca. Não deixem também de visitar a múmia Juanita.

Após o café da manhã – escolhemos uma das várias ofertas de restaurantes localizados na praça central, todos no geral, têm preços similares – partimos para o aeroporto de Arequipa, com o destino a Cusco.

O Aeroporto é grande se comparado ao de Cusco, tem algumas lojas, disponibilizam tomadas para carregarmos o celular e pequenos decks para alimentação. O  percurso do voo demorou em torno de 1 hora.

Já no aeroporto de Cusco, estávamos começando nova aclimatação, então fazer qualquer tipo de esforço, se tornou totalmente proibido. Ao contrário do nossos aeroportos, em Cusco, paga-se para utilizar o carrinho de bagagens, o que é totalmente aconselhável pagar pelo serviço, sobretudo para não fazermos esforços físicos. Recomenda-se também, passar o primeiro dia descansando na hospedagem, para fazer uma excelente aclimatação.

Cusco

Cusco está localizado no Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, tendo aproximadamente mais de 300 mil habitantes, estando situado a 3.400 metros de altitude.

Deixamos esse final de tarde para aclimatar, sobretudo pelo ocorrido com o Dani em Puno.

Hospedagem: Pirwa Posada del Corregidor, na Plaza de Armas – Porta de Panes, 151, Centro de Cusco. Os quartos são bem confortáveis, banheiro com ducha quentinha, já o café da manhã é no restaurante na parte superior, simples, mas eficiente, além da bela visão para a praça das armas.

Deixamos nossas bagagens no hostel, sem custo, quando fomos ao Povoado de Machu Picchu e quando regressamos, tudo estava como deixamos.

5°dia|Vale Sagrado

Começamos nosso passeio ao Vale Sagrado, que é formado por Pisaq, Ollantaytambo, Moray e Chinchero, em razão da nossa perdas de dias, por conta do desvio de rota, na cidade de Arequipa, compramos somente o boleto turístico resumido que custou 70 dólares, havendo também,  a opção de comprar o boleto mais extensivo, que contempla show cultural e outras atrações em Cusco.

Iniciamos o passeio, com uma parada estratégica na loja Perú Arte, visando ter aula expositiva sobre a extração de cores e tingimento nas linhas obtidas das pelagens de lhama e alpaca, bem como utilizar o banheiro, posto que, já sabíamos que em Chinchero, se houvesse banheiro, seriam precários.

No geral, vale super a pena a aula expositiva, porém os preços dos produtos vendidos nas loja, são bem caros, mas é de considerar ‘o preço’, uma vez que, são feitos com 100% de pelagem de lhama e alpaca.

Chegamos bem cedo em Chinchero, por volta das 8 horas da manhã, o que foi um ponto negativo, pois as Cholitas ainda estavam chegando para expor as mercadorias e a igreja se encontrava fechada.

Recomenda-se andar nas ladeiras, com a maior calma e tranquilidade possível, isso porque, o local é mais alto que Cusco, chegando a 3.762 metros de altitude e têm muitas ladeiras, o cansaço é aparente.

Chinchero é composta por várias ruínas, ladeiras, lojinhas de vestuário e várias exposições agrícolas, demonstrando a expertise dos incas.

De lá, fomos para Moray, famosa pelas sinuosas curvas de plantio agrícola.

Em seguida, fomos as Salineiras de Moray, já observando de longe, via ônibus de turismo, num  percurso repleto de penhasco,  ficamos de ‘boca aberta’ com o que iríamos presenciar em poucos minutos.

O local ao vivo, é incrível, de uma beleza única, ficamos ali um tempo imaginando como tudo aquilo começou, inclusive têm salineiras da época dos incas.

Conhecemos o centrinho da cidade de Moray, na verdade é uma vilinha bem pacata, mas com aquele charme costumeiro dos vilarejos do Peru, super vale a pena, dar uma passadinha para comprar sal nas lojinhas, tem sal para banho, comer, benzimento, é uma festa de sal.

Almoçamos no restaurante El Maizal por estar incluso no tour, entretanto a comida,  servida no estilo buffet livre, não nos agradou, acabamos comendo o famoso macarrão com pesto e algumas carnes. O local em si é bem arejado e bonito, com cadeiras e mesas no jardim para comermos o almoço.

O próximo destinho foi conhecer Ollantaytambo, distante 60 km de Cusco e já avisamos, que vale a pena ficar pelo menos 1 dia e  1 noite na cidade, tem bastante oferta de hostel e pousada. Daqui também tem embarque de trem para o  Povoado de Machu Picchu.

Nesse sítio arqueológico, dentre todas as obras, o templo do Sol é o mais irreverente e impressionante, nos fez pensar a tamanha inteligência  que os incas detinham.

Por fim, fomos a Pisaq, ao chegarmos lá tivemos a surpresa de cair uma baita chuvona, o que fez com que, os funcionários restringissem muitas partes do parque.

Após a chuva, fomo contemplados, com um lindo arco-íris e para finalizar o dia, paramos no centro de Pisaq para vermos algumas lojas de pedrarias e roupas típicas.

Já a noite, em Cusco, estávamos super cansados e assim, optamos por comer no restaurante que fica no piso superior do hostel, do qual por sermos hóspedes, ganhamos 10% de desconto no preço final da conta.

6° dia|Inca Rail |Povoado de Machu Picchu | Compra do ônibus|Restaurante Índio Feliz

Compramos os ingressos da Inca Rail, com 1 mês de antecedência, via site. Para quem enjoa (como a Cá) é super importante escolher o sentido frente do trem, porque para trocar a poltrona no dia do passeio é bem difícil, na verdade quase impossível.

Escolhemos o translado mais econômico, saindo 65 dólares cada percurso e por pessoa. Pegamos o trem na cidade de Poroy, cerca de 30 minutos, distante de Cusco. Durante o trajeto nos serviram cookies e bebidas.

As acomodações são super aconchegantes e em que pese ter quantidade de mala controlada para embarque (no máximo 5 quilos), vimos muitas pessoas com malas gigantescas, mais que uma até, por pessoa.

O trajeto é super bonito, cheio de paisagens montanhosas e com rios, em determinado trecho (no vale sagrado) o trem faz uma parada, para nos mostrar o hotel Skylodge Adventure Suites, em que as acomodações são em forma de caixão, encravadas nas montanhas, numa altura de aproximadamente 400 metros, é uma mistura de pavoroso com aventura, né? 😈.

Ao chegarmos no povoado, tratamos logo de ir na empresa consettur para comprarmos o ingresso de transporte a Machu Picchu. 

Valores em Agosto/18

Povoado de Machu Pichhu

Hospedagem: Casa Machu Picchu Hostel, na Av Imperio de los incas, 636, Machu Picchu, Peru. O hostel é bem completo com sala de jogos para integração da galera, wi-fi bem rápido, limpeza admirável, sobretudo dos banheiros coletivos, podemos considerar a melhor ducha quente de toda a viagem pelo Peru.

O povoado de machu picchu também conhecido por águas calientes é bem pacato entretanto, tem grande variedade de restaurantes, hospedagem, além de uma ampla feira de artesanato aos pés do embarque/desembarque do trem. O povoado é margeado pela trilha do trem e por outro lado, por um rio belíssimo com várias pedras, para embelezar ainda mais a contemplação .

Já alocados no hostel fomos almoçar no restaurante Índio Feliz, muito famoso entre os brasileiros. O local tem uma decoração bem fofa, cheio de bilhetes de vários consumidores e adoradores do estabelecimento.

Eles servem além da comida a la carte, uma espécie de buffet e para quem não come muito, 1 buffet alimenta tranquilamente 2 pessoas, gastamos 112 soles entre menu 77,50, refrigerante fanta 7,50 e taça de vinho 19,50.

O povoado é super democrático, achamos vários menus por 15 soles, além de várias mercearias para comprarmos o nosso kit lanche e comermos no hostel.

7°dia|Machu Picchu

Atualmente, quando se compra os ingressos para o parque, no site, se escolhe o período matutino ou diurno para visitação, devendo então respeitar o horário máximo de passeio, para não ocorrer super lotação de pessoas e por conta disso, as filas de embarque no ônibus da consettur são imensas, por volta das 4 horas da manhã, já se inicia a fila.

Em média, cada ônibus leva aproximadamente 27 pessoas e o revezamento de cada linha demora cerca de 10 minutos para chegar ao ponto de embarque, então, por isso se recomenda ir  para fila cedo.

Guia não é obrigatório para adentrar ao parque, mas aconselhamos contratar, o guia te repassa conhecimentos que os livros são incapazes de reproduzir. Contratamos o guia, na fila de embarque do ônibus.

O trajeto de ônibus até a entrada do parque durou aproximadamente 20 minutos. Durante o trajeto, vimos muitos grupos trilhando pelo caminho inca.

Machu Picchu é a cidade perdida dos incas, localizada a 2.400 metros de altitude, no topo da montanha. No local pudemos constatar as técnicas agrícolas, além dos templos sagrados,  a cidade em si, tinha por finalidade servir de estudo para os incas. Atualmente, é considerada uma das 7 maravilhas do mundo moderno.

8° dia|Povoado de Machu Picchu X Cusco

Acordamos bem cedo e demos mais uma andadinha pelo centro do povoado e fizemos as fotinhas clássicas, nos letreiros, antes de regressar a Cusco.

E rolou um drink (pisco sour) para comemorarmos o final da trip. Você sabe o que é pisco sour? drink típico do Chile e do Peru, composto por pisco e limão batido no liquidificador, para dar cremosidade e  espuminha.

9°|Cusco

Já em Cusco, aproveitamos para tirarmos fotos na praça das Armas na estátua de Manco Capac, na qual explicamos a simbologia, no post da Bolívia|Hospedagem e Passeios, além de conhecermos algumas igrejas e o tão famoso mercado de San Pedro.

O mercado fica bem pertinho da Praça das Armas, média de 5 minutos caminhando e já estávamos lá. De fato, o mercado é o melhor local para compras de lembrancinhas e para quem gosta de experimentar a gastronomia típica, por preços modestos.

Escolhemos experimentar os sucos de lúcuma com pinha e laranja com chirimoya, apreciamos ambos, tomaríamos novamente com absoluta certeza.

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Leia mais, sobre a nossa passagem pela Bolívia.